Ajustes, correria e o sentido da vida
Arrumei alguns errinhos no tema, e apanhei do WordPress por um tempo mas resolvi tudo. Estou trabalhando no meu porfolio agora, e está ficando bonito
Estou ansiosa pra colocá-lo no ar, com todo o conteúdo dentro. Só falta realmente usá-lo pra alguma coisa. Pelo menos vai me dar alguma credibilidade se eu desistir de trabalhar com palavras e resolver transformar hobby em ganha-pão.
Porque o dia de hoje me fez ter sérias dúvidas sobre ter saído do meu último emprego, e se valia a pena fazer estágios porcos com documentações porcas de modo a fazer o que eu gosto. E, principalmente, me deu uma vontade sincera de tirar a carteira e ganhar um carro (do papai, óbvio) com cartão de crédito (idem) liberado pra gasolina. De verdade.
Desde as 10 da manhã até as 6 da tarde, andei do Alto da Glória até Santa Felicidade e corri atrás de documentação e de informação sobre documentação. Meus joelhos ainda doem, e toda a animação que eu tinha logo depois de fazer a entrevista simplesmente desapareceu.
Talvez eu simplesmente não goste de trabalhar, e talvez o meu maior objetivo na vida seja casar. De preferência com um homem que me sustente confortavelmente, já que eu não vou trabalhar. E por “sustentar confortavelmente” eu quero dizer bancar todas as minhas aulas de pintura, violino e todas as línguas que eu quiser à tarde; e pagar uma arrumadeira, uma cozinheira e um motorista, sendo que este último vai suprir a minha não-vontade de fazer auto-escola. Óbvio que todos os anos viajaremos para um país diferente, onde eu vou por em prática tudo o que eu aprendi nas aulas de línguas bizarras, inúteis e adoráveis que eu tive à tarde, e vou me divertir com esse fato.
Perfeito!


incrível! seu objetivo de vida é exatamente o mesmo que o meu =D.
às vezes eu fico pensando como seria legal se meu namorado fosse contratado por uma multinacional pra ganhar tão bem quanto se pode imaginar assim que formado [sim, eu comprovo a teoria do luís bueno de que "professora procura marido na engenharia"] e me desse exatamente essa vida que você citou aí. eu também espero que um pouco antes disso tudo, quando ele tiver apenas um “bom emprego”, me peça em casamento com um anel de brilhantes numa mão, rosas vermelhas em outra, enquanto jantamos num restaurante italiano, tudo regado a muito vinho tinto suave. é claro que eu não ligaria do anel estar em cima da sobremesa [de chocolate - óbvio].
mas enfim…daí eu olho pro lado e vejo que meu namorado nem sai pra comprar uma rosa, nem apanha uma droga de uma rosa na rua pra me dar e que isso nunca vai acontecer. é bom eu aprender a falar francês e inglês direitinho porque vou ter que dar muita aula na vida pra poder fazer a unha no salão toda semana =D.
uau! que desabafo de mulher mal amada esse meu!
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Vou tirar a carteira assim que arranjar um emprego (mas não levarei carro nem combustível nenhum de brinde).
Ser sustentada de modo a ter todas as suas vontades (consumistas ou não), frescuras e regalias realizadas é um ótimo desejo. Uma confortabilidade a que todos almejam. No entanto é possível deixar de ser independente quando desde cedo você o é? É daí que eu tiro forças mesmo não o sendo por completo e não sabendo para onde devo esbravejar minha espada.
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