Archive for May, 2007

Outono/Inverno 2007

Realizei meu sonho de consumo desta semana da melhor maneira possível: paguei barato.

Queria um suéter de tricô preto com gola V, para usar com camisa. Tenho uma camisa Sidney Magal roxa/rosa/magenta/indefinida que causa bastante impacto, mas ela é do inverno passado e ficou apertada. Senti a súbita necessidade de uma peça coringa como o referido suéter, e em Curitiba não tinha pai nem irmão de quem emprestar um masculino e montar um estilo mais irreverente.

Procurei em todas as boutiques de Santa Felicidade, sem sucesso, encontrava apenas blusas mais ou menos como eu queria e bem mais caras do que eu pretendia pagar. No caminho entre o trabalho e a faculdade, pretendia passar na – oh! – Renner – oh! – porque a Cortelle certamente me salvaria. Só que antes da Renner tem um lojão mais, assim, popular.

Acabou que, no lojão, encontrei a blusa exatamente como eu queria, bem mais barato do que eu pretendia pagar. Glória das glórias, yeah!

Agora meus sonhos de consumo para o mês de junho são uma bota do mesmíssimo modelo da que eu comprei em março, só que preta, e um par de luvas de couro (porém delicadas), também pretas.

A bota é necessária porque eu só tenho um sapato fechado elegante (a bota comprada em março), e não agüento mais tênis.

As luvas eu vi na Accessorize sábado. Nunca gostei de trabalhar, digitar, escrever, etc usando luvas, mas experimentei aquelas só por desencargo. Minhas mãos ficaram delgadas e elegantíssimas, ao contrário daquelas luvinhas de lã que deixam a mão gordinha. Não comprei justamente porque não gosto de trabalhar de luvas, e esqueci o assunto. Mas o frio congelante do barracão da Expedição onde a Produção (o departamento em que eu trabalho) está temporariamente localizada me fez ter um desejo absurdo por aquelas luvas preciso comprar hoje. (Emprestar uma mão de luva de certos cocotos está sendo ótimo, mas minha mão esquerda ainda está congelando.)

*

Aí eu percebi que estava virando uma consumista desenfreada, mas essa paranóia é bobagem. Não passa de outro dos meus períodos de mudança de estilo e uma necessidade de se adequar ao novo vestir, só isso. Tranquillo.

Novidade!

Tá, não é bem uma novidade, porque eu tenho esse layout basicamente pronto há uns 3 meses. Só dei uma adaptada nele porque alguns detalhes da primeira versão estavam feios.

Os comentários estão meio zoados no Firefox, tem que ver isso aí, mas tudo funciona. (Comentários consertados e perfeitos, yeah!) Tem que ver também a nova descrição e uma nova screenshot para o Deleteria, mas é meia-noite e eu ainda nem tomei banho. Tem que ver isso aí…

  • Amanhã provavelmente comentários pertinentes sobre a programação matinal da MTV e/ou a história do garimpo-do-suéter-em-lojão-de-turco.

Em breve

Atualmente no processo de criação do - finalmente - novo layout!

Aguardem!

Manual de Sobrevivência da Mulher Moderna - Pergunta 1

Quando você percebe que o brinquedo que você comprou veio com defeitos de fabricação e não tem garantia, o que você faz?

A) Tenta consertar em casa

B) Joga fora e fica sem

C) Compra um melhor e mais caro e só então joga fora

D) Se acostuma e continua usando do jeito que tá

E) Chora

Pronúncia é fundamental

Ligabue falando inglês: [wé.dê.'sdrits.af.nó.némm]. Juro que tive que ouvir de novo pra entender que ele quis dizer Where The Streets Have No Name, a música do U2.

A gente até perdoa o sotaque, mas chega a ser vergonhoso a maior estrela do rock italiano falar assim numa comitiva de imprensa. Na Feira Internacional do Livro de Turim, como se não bastasse.

Italianos têm muita dificuldade com a pronúncia do inglês. Uma amiga siciliana que estudou comigo em Camas costumava dizer [ái.éf.tu.wóx.mai.énds] em vez de “I have to wash my hands”. Isso porque ela já tinha morado fora.

Resta saber se eu peguei justo os exemplos mais esdrúxulos ou se eles se recusam a falar inglês por amor à língua-mãe. Os sociolingüistas que me perdoem, mas que é engraçado, isso é.

Shopping spree

Se alguém quiser me dar um vale-presente de R$500,00 da Renner em alguma data especial ainda por vir - Dia dos Namorados (?), volta às aulas, meu aniversário, Dia das Crianças, Thanksgiving, Natal etc - eu aceito o presente de muito bom grado. É o melhor lugar do mundo pra comprar roupa social-fashion pra ir trabalhar sempre bem vestida. Metade do meu guarda-roupa no momento é Cortelle e Just Be.

Aí eu comecei a comprar bijuterias lá.

E bolsas.

E sapatos.

Hoje comprei cosméticos.

Estou viciada em Renner.

*

Obs: Ainda pretendo reservar uns 100 reais pra explorar melhor a Accessorize que abriu no Mueller.

Provisoriamente…

Desculpem, mas eu não aguentava mais meu tema, e estou completamente e absolutamente sem tempo de fazer outro. Este é provisório.

(Pela primeira vez na vida eu entendi o sentido de “totalmente sem tempo”)

Le weekend

Ok, meu cabelo não está tão feio. Matei cachorro a grito com a chapinha de 15 dólares e tudo certo.

Acabei tudo que tinha pra fazer no serviço e daqui a pouco tem churrasco. O pessoal já andou tomando uma colher de óleo de manhã e providenciando travesseiros e cobertas pra só acordar na segunda-feira, e não se fala em outra coisa. De minha parte, eu pretendo comer muito pão com maionese e lingüiça. Ok, talvez só um pouco, porque não queremos passar mal no fim de semana, certo?

Parce que j’ai confirmé, je vais sortir avec quelqu’un demain. Je ne sais pas encore si ce sera un rendez-vous ou seulement quelquechose entre amis, mais ça on découvrira bientôt :) (Gente, escrevi um páragrafo em francês sem ajuda de nenhum dicionário ou gramática, que sensação de poder.)

Oltre agli affari in off, meu fim de semana será trabalhoso. Tenho dois trabalhos gigantescos pra fazer (porque o trabalho médio citado no outro post é de francês e será feito num domingo à noite), e ainda estou matutando formas de fazer gambiarras inteligentes, assim, dar um jeitinho melhor do que o velho copiar-e-colar.

E devido a isso eu não vou ver minha mãe no dia das mães, o que está me fazendo sentir ultra-culpada por agir como certos cachorros do passado que colocam o trabalho na frente de tudo. Mas é isso ou perder o já não-muito-bom-das-pernas semestre :(

MEU SECADOR QUEIMOU

Justo HOJE.

Não podia queimar segunda-feira, tinha que queimar HOJE, sendo que amanhã tem o churrasco et je vais sortir le samedi.

Estou desolada, desorientada, deprimida e desesperada.

Já tinha programado tudo, eu ia fazer escova hoje, meu cabelo ia continuar bonito amanhã, e sábado eu faria de novo.

E AGORA, JOSÉ???????

Se não me falha a memória tem um Ponto Frio em Santa Felicidade, acho q compro outro secador na hora do almoço e faço escova no banheiro da Coastal, pronto, perfeito.

(Tá, não queimou completamente, mas quando eu ligo ele faz um barulho estranho e dá pra ver um metalzinho incandescente lá dentro, ou seja, mais dois minutos disso e BUM, cheirinho de cabeleira queimada.)

Estevão Rei, a Torre e a Caneca

Caneca A Torre Negra

O livro saiu no dia 27, e eu estava em Ponta Grossa. Tentei comprar por lá mas não tinha chegado ainda. Dei bobeira em Curitiba e acabei indo comprar só na quarta-feira. Nem olhei o preço, passei a mão no livro e fui pra fila do caixa. Foi então que eu vi a promoção: comprando 2 livros da série A Torre Negra você ganha uma caneca *exclusiva*.

Não tomo café, mas sou fã de canecas, e sou fã de King e da Torre. Sendo fã de canecas, eu queria a caneca; mas sendo fã da Torre eu já tinha todos os outros livros da coleção, e não pretendia comprar presente pra ninguém.

Dois anos atrás eu teria ficado sem a caneca, mas morando sozinha em Curitiba eu aprendi a ser exigente e cara de pau, e a conseguir o que eu quero do jeito que eu quero. Até agora só tem funcionado com coisas ínfimas como canecas-brinde e convencer todo mundo no jantar a sentar na mesa que eu quero.

Assim, pedi pra moça do caixa me vender a caneca separadamente, já que eu não ia comprar outro livro. Ela disse que não podia. Eu pedi de novo, ela perguntou pra colega dela, e aí disse que não podia. Perguntei de novo e ela disse que não podia. Quando me entregou o livro, disse que ela não podia fazer nada quanto à caneca, mas que eu podia tentar falar com a gerente da loja. Fui atrás da gerente, pedi pra gerente me vender a caneca separadamente, e a gerente gentilmente me deu a caneca de brinde.

Caneca A Torre Negra

Agora eu tomo chá mate no trabalho numa caneca preta linda com o nome do Stephen King e o símbolo do Ka! Yeah!

Já no segundo capítulo meu pistoleiro amado (aquele que ia atrás do homem de preto que corria pelo deserto) faz um gesto que se define com uma frase que combina muito com a minha agonia secreta dos últimos dias:

Ande, pelo amor de Deus. Cague ou desocupe a moita.

Roland de Gilead é ídolo.

*

Em off: Meu amigo (gay) pegou na bunda do meu sonho de consumo (hetero) mais vezes do que eu (que por sinal fiquei marcando e não peguei na bunda). Tô passada, tô beige. E a concorrência só cresce, garotas!