Para Evitar a Fadiga
Passado o período de calouragem, às vésperas do fim do terceiro semestre, tentativa de se dar bem por meio da malandragem é o que não falta.
Aula de Francês, por exemplo. De todas as tarefas que ele passou para fazer em casa durante o semestre, eu fiz quatro. As tarefas obviamente interferem na nota, e ele deu um prazo final para entregar todas até ontem. Só que francês, assim como qualquer outra língua que eu tente estudar, eu aprendo por osmose. Não sento e estudo em casa, eu sento e assimilo nas aulas, assimilo no ônibus ouvindo música naquela língua ou lendo textos, vendo filmes, etc. Assim, o raciocínio lógico para evitar a fadiga é não fazer as tarefas, porque fazê-las me daria muito mais trabalho do que fazer o exame final, caso a minha nota baixe muito devido à falta de tarefas.
Aula de Sociolingüística, pura e simples interpretação de tabelas. É só chegar na prova e ler com atenção, sem necessidade alguma de tirar xerox, ler os xerox e estudá-los. E isso possibilita a malandragem de quinta-feira.
São 2 aulas por dia, de 2h cada uma. O professor da primeira aula de quinta (Sociolingüística) faz chamada no fim da aula, enquanto a professora da segunda aula faz a chamada no começo da mesma. Logo, na quinta-feira eu saio do trabalho, vou fazer a unha ou depilação ou compras ou outras coisas imprescindíveis e importantíssimas, chego meia hora antes do fim da primeira aula, respondo a chamada, socializo um pouco no intervalo, respondo a chamada na segunda aula e meia hora depois vou pra casa. Perfeito para começar a sexta-feira energizada e bem disposta!
O talento é o pontapé inicial para a preguiça, ou vice versa.
Só pra constar:
Meu Dia dos Namorados rendeu pela peça de decoração que eu fiz em casa. E pela primeira vez eu ganhei um beijo no Dia dos Namorados! Pequeno, rápido e escondido, mas um beijo! Rumo ao hexa!


Nem me fala nisso.
Na última sexta-feira, a sala inteira prolongou o feriado por conta própria e a professora, para anular as faltas, mandou 51 questões discursivas (algumas com cerca de 7 itens) com a matéria do semestre inteiro para responder e entregar, sem valer nota NENHUMA. Eu, obviamente a fim de evitar a fadiga, prefiro mil vezes ganhar duas faltas a fazer essa quantidade ridícula de questões. Elas até servem como revisão para o provão final (com toda a matéria, cheia de besteiras para decorar), mas me recuso a fazer.
Nessas horas é bom estar passada com as duas primeiras notas (tenho 3 médias por semestre), então é bem possível vadiar um pouco, pelo menos na matéria mais odiada.
Que sorte ter esse dia com esse esquema de chamadas assim! Muito bom mesmo! Já eu ando com azar… cheguei 10 minutos atrasada na aula e levei falta pelas 2 aulas em que fiquei na sala. :/
:*
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Hm… Eu sou uma péssima aluna, e espero que meus alunos nunca descubram isso.
Mas vamos lá… A verdade é que não dá para dizer que todos são iguais. Se a senhorita consegue bons resultados sem esforço, considere-se sortuda, ou simplesmente muito boa no que faz.
Eu e um amigo somos mestres: não prestamos antenção nas aulas, faltamos quantas podemos, não fazemos trabalhos, não estudamos e conseguimos notas entre 7.5 e 9 tranqüilamente. Enquanto isso, muitos outros se matam para conseguir algo assim.
Sei que se houvesse um pequeno esforço seríamos alunos 9.0-10.0, mas qual seria a graça? ¬¬
E Direito nem é legal para dar vontade de estudar alguma coisa!
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eu até iria comentar aqui… mas é preciso evitar a fadiga.
=P
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