Dicas Nerds Contra a Depressão
O conceito do livro-valium já era utilizado por mim muito antes de eu ter visto essa nomenclatura em algum Stephen King (por si só um livro-valium). Um livro é o que há de melhor para distrair a cabeça e parar de pensar um pouco no que te atormenta. Reli Fronteiras do Universo inteiro, junto com A Coisa, durante um certo período negro do início de 2007. E esses são ótimos exemplos.
O livro-valium tem que ter aquela narrativa que te prende do começo ao fim, por mais besta que seja. Vale até O Código Da Vinci. Desaconselho livros de auto-ajuda: eles não vão te tirar do buraco e não são nem de perto tão legais quanto os que estão na lista dos mais vendidos de ficção da Veja! Grandes clássicos da literatura mundial estão fora de questão: Madame Bovary definitivamente não vai funcionar em horas de dor de fim de namoro.
Seguindo a linha do “não vale pensar muito”, abandonei os livros-valium desde que eu herdei o GameCube do meu irmão. Começou a era do game-valium.
Trocando livro por videogame? Boniiiito hein, dona bacharelanda em estudos literários…
Foda-se, Zelda me deixa feliz.
O game-valium é ótimo! Seu cérebro se exercita muito resolvendo todos os problemas do jogo, e você nem fica estressado de resolver pepino, pois tem plena consciência de que aquilo não é real e você pode simplesmente desligar o console quando encher o saco. Só não é mais prático do que o livro porque você acaba gastando mais tempo porque quer “fazer só mais uma coisinha antes de salvar”. A contra-indicação é o baixo rendimento socio-acadêmico-profissional. Mas isso vale para o livro também, em menor escala, e para a depressão em si. Pelo menos assim você se distrai.



Eu estou na era do rss-valium! Fico ali vasculhando a cada cinco minutos os meus rss’s pra ler alguma coisa nova! Além, é claro, de monitora de perto a atividade do twitter-valium, google-analytics-valium, comments-do-blog-valium, etc, etc.
Como você mesmo disse: “Foda-se, RSS me deixa feliz!
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e televisão-valium, vale? (diga rápido valiumvalevaliumvalevaliumvalevaliumvale…)
um programa bem besta, q a gente precise só ficar olhando…
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Os dois são para momentos de distração, depende da disposição da pessoa.
bjitos!
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Mas desde que eu a) comprei um tapete de pump b) comprei um tablet e c) não sou fã de reler livros, não há nada menos “valium” que livros. Uma pena, actually. Adoro ler.
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Livros são muito valium mesmo. Mas estou descobrindo-me em uma era muito tv-valium, como a Rô comentou. Chego em casa, ligo a tv pra não me sentir sozinha e como na frente dela.
Convite para ti no meu blog. Passa lá depois e pega.
=*
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Acho que uso mais música-valium, claro… as mais animadas e sintetizadas possível. Nada de Radiohead, Sigur Rós e deprezinhas.
Saudades de você no twitter, o que houve?
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Vou adotar esses livros p/ ver se eu não volto p/ 0o buraco negro d novo!rs
bjus
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Já li vários livros de Stephen King, mas a série da Torre Negra me viciou. Qualquer tempinho sobrando já era motivo para ler “O Pistoleiro”, fosse no almoço, indo ou voltando do escritório (dou graças por não trabalhar mais em um), no metro, banheiro e antes de dormir. Eu li este vici.. quer dizer esta série até o terceiro volume, pois quero ler com muita calma o “Mago e Vidro” .
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