Archive for the 'Geek' Category

Dicas Nerds Contra a Depressão

O conceito do livro-valium já era utilizado por mim muito antes de eu ter visto essa nomenclatura em algum Stephen King (por si só um livro-valium). Um livro é o que há de melhor para distrair a cabeça e parar de pensar um pouco no que te atormenta. Reli Fronteiras do Universo inteiro, junto com A Coisa, durante um certo período negro do início de 2007. E esses são ótimos exemplos.

O livro-valium tem que ter aquela narrativa que te prende do começo ao fim, por mais besta que seja. Vale até O Código Da Vinci. Desaconselho livros de auto-ajuda: eles não vão te tirar do buraco e não são nem de perto tão legais quanto os que estão na lista dos mais vendidos de ficção da Veja! Grandes clássicos da literatura mundial estão fora de questão: Madame Bovary definitivamente não vai funcionar em horas de dor de fim de namoro.

Seguindo a linha do “não vale pensar muito”, abandonei os livros-valium desde que eu herdei o GameCube do meu irmão. Começou a era do game-valium.

Zelda

Trocando livro por videogame? Boniiiito hein, dona bacharelanda em estudos literários…

Foda-se, Zelda me deixa feliz.

O game-valium é ótimo! Seu cérebro se exercita muito resolvendo todos os problemas do jogo, e você nem fica estressado de resolver pepino, pois tem plena consciência de que aquilo não é real e você pode simplesmente desligar o console quando encher o saco. Só não é mais prático do que o livro porque você acaba gastando mais tempo porque quer “fazer só mais uma coisinha antes de salvar”. A contra-indicação é o baixo rendimento socio-acadêmico-profissional. Mas isso vale para o livro também, em menor escala, e para a depressão em si. Pelo menos assim você se distrai.

Google Maps na Vida de Jovens Motoristas

Eu sempre fui meio que um zero à esquerda quando o assunto é localização. Eu sei a diferença entre direita e esquerda, ok, mas até os pontos cardeais eu confundia na escola. Essa minha deficiência era agravada pelo fato de eu ter sido adoravelmente mimada por pais que me levavam e me buscavam em qualquer lugar e, portanto, jamais ter precisado localizar um endereço.

A história mudou quando eu vim para Curitiba e precisei me virar. Catei mapas de arruamento dos bairros de Curitiba no site da prefeitura, garimpava os horários e rotas dos ônibus naquele sitezinho da URBS e me virava.

Só que aí eu tirei a carteira e ganhei um carro. E aí eu precisei mesmo me virar, porque se localizar de carro é muito diferente de se localizar a pé.

O que me salvou foi o Google Maps. Eu sou incapaz de achar um lugar só com as direções que alguma pessoa me passe e com os respectivos pontos de referência. Na melhor das hipóteses, eu me acho com um mapa desenhado pela pessoa. Preciso olhar tudo no Google Maps, senão não acho. Até acho, mas vou com medo e insegura.

Curitiba sem Google Maps seria o caos

Eu não sei mais viver sem Google Maps. Se o Google algum dia resolver tornar o Google Maps pago, eu vou pagar qualquer preço pela assinatura Premium-Gold-Platinum. Se o Google encerrar o Google Maps, eu vou abrir uma instituição e contratar programadores e qualquer outro tipo de profissional e equipamento necessário para fazer outro Google Maps, o MT Maps. Eu sei que existe Yahoo! Maps e outros mil serviços do tipo, mas não tenho o mínimo interesse em procurar coisas neles. Estou viciada em Google Maps.

Como as pessoas encontravam endereços no passado? Se for da mesma forma que meu pai dá direções, eu prefiro o Google Maps :)

E não acho que isso seja um problema. Faz parte do ser humano encontrar formas de se localizar, tanto que inventaram bússolas, inventaram astrolábios, mapas, sistemas de localização pelas estrelas etc etc. Ninguém vai ficar perdido num futuro apocalíptico pós-Google Maps. Eu podia falar que o Google Maps é coisa do demônio, da mesma forma que falaram e falam dos perigos da Internet. Não é porque eu sou viciada em Google Maps que não vou conseguir ler um mapa normal. Tecnologia é uma coisa boa para facilitar a vida do homem. Google Maps é uma coisa boa para facilitar a vida do homem.

Google Maps me fez conhecer as ruas pelo nome, e não apenas por ponto de referência. Eu sei me locomover muito melhor em Curitiba, onde vivo há dois anos, do que em Ponta Grossa, onde vivi durante 13. É claro que isso se deve em grande parte à presença dos nomes das ruas em TODAS as esquinas, o que inexiste na nossa Princesa dos Campos, mas a culpa é toda do Google Maps.

Pensamento rápido

Nunca tome o primeiro gole.

Porque a vontade é de ir no mercado comprar algumas Keep Coolers (Black) e depois ir alugar algum filme pra ver, mas com uma avó alcoólatra e uma mãe fumante meus genes bateram palma para a idéia de beber sozinha em casa, e obviamente não são genes confiáveis…

Read more »

Meu teclado é mais indie que você

Quando comprei meu Mac mini, precisei de um teclado USB. Como não achava adaptador pro PS/2 que eu tinha, comprei o teclado mais barato que achei. Saiu 25 reais e veio com a tecla F11 afundada e metade das luzinhas sem funcionar, uma beleza.

Em negócios recentes com o Garoto Prodígio, consegui um teclado Apple espanhol. Da Espanha mesmo, não (para quê?) paraguaio. Tudo bem, funciona, é lindo e eu consigo escrever tudo o que eu quero. Mas debaixo de gambiarras mil. A bandeirinha da Espanha tá destoante na minha barra de tarefas:

¡Teclado español!

E explicar a configuração do bichinho não ia fazer metade do sentido que faz mostrar como é:

¡Teclado español!

Primeiro, tem uma tecla só para o ¡ e para o ¿ (a), a qual fica ao lado de um deslocadíssimo ponto de interrogação (b). Tem um Ç (c), o que é bom, mas está igualmente deslocado. Ter que apertar o shift pra fazer ; (d) é muito esquisito. Eu adoro a tecla Ñ (e), mesmo. Lo Día Internacional de Hablarse Portunhol vai ficar muito mais fácil agora. Foda que pra qualquer ~ eu preciso apertar alt + Ñ e depois a letra em questão. Isso além de a / ficar em cima do 7 e as ” em cima do 2.

Achei meigo que a luzinha do caps lock fica na própria tecla, e que tem teclas pra aumentar, diminuir e “mutar” o volume e uma tecla para ejetar CD. Tem também duas portas USB, uma delas estou usando pro meu mouse, o que já livra uma porta do mini. O fio é meio curto, sofri um pouco pra fazer ele passar por baixo da mesa. Minha tecla favorita é a “ayuda”. Amei. Agora tenho que treinar meus dedinhos (sem trocadilho, por favor).

Social networking via Twitter

Fui “indicada” pelo Canha e pelo Aguinelo Pedroso para “Miss Blogosfera” no podcast do Digital Paper! Haha! Que honra, hein! Tanta blogueira estrelinha por aí e vão falar de mim! Achei digno.

O fato é que eles nem saberiam da existência minha ou deste blog se não fosse o meu recente vício em Twitter. No começo achei que era só um sistema de “mini-blog”, e até achei meio inútil se comparado a um “blog de verdade”. Mas isso foi bem antes de eu descobrir que dá pra direcionar um twitt a alguma pessoa. Daí em diante passei a ver o negócio como um tipo de rede social enxuta, moderninha, alter e 2.0. Adorei.

Inclusive, o fato não ser tão popular quanto um Orkut da vida contribui para o sucesso. Já pensou você recebendo updates “oie migus do twiti!!!!1!1!1111′11” ? Já deixei de seguir uma ou outra pessoa que me seguia porque elas escreviam assim, imagine uma comunidade inteira disso? Eu desistia. Mas como por enquanto tem gente bonita e cheirosa, sigam-me os bons, ok? (Mas só quem for bonito e cheiroso e escrever certo.)

O famoso novo tema

Hoje é o dia e agora é a hora, cruzem os dedos!

***

Fooi! Uêba!  Bem MT mesmo. Testei de todas as formas quanto foram possíveis. Se alguém ainda encontrar algum bug em algum navegador por favor avise, obrigada!

Agora não vou mais ter o que fazer quando voltar pra casa, humpf! Vou pensar numa versão 1.1 pra me entreter.

ies4osx

Como disse a Rhariane na nossa conversa de hoje, “IE pra Mac é sacanagem”. Mas é necessário para teste de CSS (unicamente, diga-se de passagem), e eu precisei muito dele quando me vi com o tema do Pictolírica pronto e perfeito no Firefox e no Safari, mas tive que abortar os planos de lançar hoje por culpa do IE que zoou meus floats (e meus PNG e minhas transparências etc etc etc). Nisso, encontrei o ies4osx. Ele basicamente emula qualquer versão do IE em um Mac, até simultaneamente se você quiser. Tente fazer isso em um PC.

A única dificuldade foi instalar o X11, que faz alguns programas Windows rodarem em Mac OS. Não seria uma dificuldade se a anta newba aqui tivesse rolado a barrinha mais pra baixo no CD de instalação do Tiger logo da primeira vez pra achar o installer. Mas enfim, consegui. Agora vamos ver se sai! Ô saci de cachimbo e tudo sentado de perna cruzada em cima desse tema!

*

Por favor não perguntem por que, em vez de estar dormindo, eu estou às duas da manhã instalando coisas geek. Eu não quero falar sobre isso (de novo - é só disso que esse blog fala).

Virundum em italiano (e outros)

Eu entendia “la città, un fucsia nero senza sottotitoli” e achava muito poético (e por que não glamouroso?) a cidade ser de um fúcsia-preto sem legendas. Mas acho que a letra original, que na verdade diz “la città, un film straniero senza sottotitoli”, um filme estrangeiro sem legendas, faz mais sentido.

*

Carnaval pretendo trabalhar no prometido tema novo do Pictolírica como Plano B, mas o Plano A ainda é beeem mais legal. Pretendo colocar os comentários em dia logo também. Têm sido uma loucura à tarde depois do trabalho (nice).

*

Acabei não podendo ir no Era Só o que Blogava por motivos de força maior. Quem foi? Como tava? Queria ter ido :(

Curitibanos…

…Vamos?

Era Só o que Blog v.

Blogueiros no Twitter tiveram a idéia de se reunir no Era Só o que Faltava para ver o Diogo Portugal. Achei bacana porque nunca vi um encontro blogueiro em Curitiba. Eu vou! E vocês?

Mais informações no blog do Neyl da Agência WX e no blog do Nagüeva.

Updates

Eu e o Picto estamos passando por uma revolução civil, com direito a registrar uma firma, trocar cheque, abandonar a faculdade e fugir com o circo para prestar consultoria dos trâmites legais do mesmo. Depois de amanhã o Pictolírica completa um ano. Renovei o registro do nome, mas talvez a renovação do host fique para a semana que vem, nos deixando fora do ar por alguns dias. Não se desesperem. Hopefully,voltaremos já com o famigerado novo tema, o qual faz parte da supracitada revolução.

No trabalho de verdade, os dias se arrastam. A parte pela qual eu sou responsável aparentemente está de férias, então pra eu não ficar sem ter o que fazer, me passaram uma parte do projeto mais empepinado da história. Já viram o abacaxi, né? Chato. Pelo menos o meu novo cartão do Visa Vale já chegou e eu vou poder usá-lo pencas em Floripa.

Se eu não voltar essa semana, volto na próxima. Tchau.

Next Page »